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Bento XVI alertou ontém dia 3 em Roma para a “sombra de uma crise do pensamento” que considera estar a projetar-se sobre o saber científico e a vida académica, pedindo maior abertura para a reflexão sobre a transcendência.

“O homem do nosso tempo vive muitas vezes condicionado pelo reducionismo e o relativismo, que levam à perda do sentido das coisas”, afirmou, no discurso que proferiu durante a visita que realizou à Universidade Católica do Sagrado Coração, em Roma, no 50.º aniversário da criação da Faculdade de Medicina.

Segundo o Papa, há um deslumbramento face à “eficácia técnica” que leva a esquecer “o horizonte essencial da questão do sentido, relegando assim à insignificância a dimensão transcendente”.

“O nosso é um tempo em que as ciências experimentais transformaram a visão do mundo e a própria autocompreensão do homem”, referiu, perante a comunidade académica e os profissionais da Clínica Agostino Gemelli, nome do fundador da Faculdade de Medicina da Universidade Católica romana.

Bento XVI criticou um pensamento “fraco” e o “empobrecimento ético” nas sociedades europeias, convidando a redescobrir o “vigor do significado e o dinamismo da transcendência” e à abertura para “o horizonte do ‘quaerere Deum’ ['a busca de Deus']”.

“Uma mentalidade fundamentalmente tecnocrática gera um perigoso desequilíbrio entre aquilo que é tecnicamente possível e o que é moralmente bom, com consequências imprevisíveis”, alertou.

Neste contexto, o Papa admitiu que as “múltiplas descobertas e tecnologias inovadoras” que se sucedem a um ritmo acelerado são “motivo de orgulho”, mas trazem também “implicações perturbadoras”.

Perante vários membros do governo italiano e autarcas locais, Bento XVI apresentou o cristianismo como a “religião do Logos ['palavra', em grego]” que “não relega a fé no âmbito do irracional, mas atribui a origem e o sentido da realidade à Razão criadora”.

Bento XVI aludiu à “missão insubstituível” das universidades católicas, locais “onde a relação educativa é colocada ao serviço da pessoa” para promover “competência científica” e oferecer um “património de saberes que as várias gerações destilaram em sabedoria de vida”.

O discurso papal encerrou-se com uma referência ao “amor de Deus”, frisando que “sem amor também a ciência perde a sua nobreza”.

“Só o amor garante a humanidade da investigação”, concluiu.

(Agência Ecclesia)

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